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Supporters 31 Agosto 2020, 18:51

Como Cédric vivenciou a partida em Metz

Como Cédric vivenciou a partida em Metz
Na última quinta-feira, apresentamos "Partout, toujours", a nova série do asmonaco.com dedicada aos torcedores Rouge et Blanc em outras regiões. O primeiro a partilhar sua paixão foi Cédric, que mora na região de Metz e esteve neste domingo no Stade Saint-Symphorien, nos dando suas impressões sobre o jogo

Da arquibancada, desde o início da partida, tive a sensação de que o AS Monaco não estava ali para empatar, mas sim para lutar pela vitória. Até Benoît Badiashile abrir o marcador, o Metz foi encurralado e lutou para sair jogando. A bola continuava voltando para os pés dos defensores monegascos, incluindo Axel Disasi, que se mostrou muito disponível e frequentemente no início das jogadas, orquestradas em particular por Ruben Aguilar, que trouxe mais ofensividade ao seu setor.

Uma vantagem, apesar da rigorosidade do árbitro

Pena que Djibril Sidibé não oferecesse as mesmas soluções no seu lado, o que sem dúvida teria perturbado ainda mais a equipe do Metz, bem reagrupada em seu campo e que com o passar dos minutos se habituando aos ataques pelo lado direito com o bom entendimento entre Ruben Aguilar e Gelson Martins. Mesmo sem sermos muito perigosos ou inspirados, voltamos ao vestiários com uma vitória parcial, e justa, por 1 a 0.

Os únicos pontos negativos foram a lesão de Aleksandr Golovin e os três cartões amarelos mostrados com muita facilidade pelo árbitro contra os monegascos. Depois do intervalo, a história se repetiu com a expulsão um tanto alucinante de Youssouf Fofana logo nos primeiros segundos. Isso obviamente empolgou os 4 mil torcedores do Metz, que pareciam acreditar mais do que seus próprios jogadores no gramado.

Uma atmosfera “bastante especial”, versão Covid

O Monaco recuou logicamente para preservar a vantagem obtida antes do intervalo. O Metz não aproveitou a oportunidade para nos dominar em campo, mas se mostrou perigoso seis vezes. Benjamin Lecomte fez um jogo brilhante, permitindo-nos conquistar os três pontos. Vimos um bom espírito de coesão e solidariedade, pois apesar dos 51 minutos em desvantagem numérica, o elenco se mostrou unido e aguerrido.

Em relação às restrições de saúde por causa do Covid, a atmosfera foi honestamente bastante bizarra, porque as pessoas dificilmente conseguem expressar suas emoções com a máscara no nariz, embora seja necessário. E o fato de estarmos espaçados nas arquibancadas, algo também necessário, não nos permite ficar juntos e relaxar, gritar, cantar. O estádio inteiro, todo mundo, estava congelado. A atmosfera geral é, portanto, bastante especial nessas condições. Temos mais a sensação de assistir a um amistoso, mesmo que a intensidade seja diferente.

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