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25 Setembro 2018, 15:10

O Dream Team do AS Monaco

O Dream Team do AS Monaco

Quase 600 jogadores envergaram a camisola do AS Monaco numa competição profissional. Esta equipa de sonho é uma homenagem a cada um deles e também aos mais velhos, pioneiros dos anos 1920/1930.

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Para constituir esta equipa de sonho, privilegiámos um sistema de jogo: o 4-4-2 em losango. Depois escolhemos cinquenta e três jogadores em função dos seus desempenhos, palmares e impacto na história do clube. Vários outros jogadores mereciam figurar nesta primeira escolha, que foi bastante difícil. Esta lista foi apresentada a três grupos de votantes: os adeptos, através da página oficial do www.asmonaco.com (60 000 votos!), dezoito antigos jogadores e oito jornalistas dos serviços desportivos de Nice-Matin, mais o antigo presidente do Clube de Adeptos do Mónaco, Norbert Siri.

Campeões de 88 e 98…

O resultado é uma equipa excelente, onde o natural capitão é Jean Petit, secundado por outro fiel amigo vermelho e branco: Jean-Luc Ettori. Este último ultrapassou Fabien Barthez na votação e encontra quatro outros jogadores da equipa campeã de France em 1988 : Manuel Amoros, que foi unânime entre todos os colegas assim como Patrick Battiston, enquanto Bruno Bellone foi escolhido pelos antigos jogadores e pelos jornalistas. Quanto a Glenn Hoddle, foi o voto dos antigos jogadores que lhe permitiu ultrapassar Marcelo Gallardo (escolha dos adeptos) e Theo (escolha dos jornalistas). Apesar de terem chegado à equipa logo após estas bela época de 1987-88, Lilian Thuram e Emmanuel Petit, os dois campeões do Mundo de 1998 deste Dream Team, recolheram igualmente a maioria dos votos dos três grupos. No lado esquerdo da defesa, a batalha foi feroz entre Luc Sonor e Patrice Evra, mas o voto dos adeptos fez pender a balança a favor do mais novo.

Onnis/Weah, o ataque de fogo!

Quanto à dupla atacante, é de nível muito elevado com Delio Onnis, melhor marcador da história do AS Monaco e da Ligue 1, mas também George Weah, revelado no AS Monaco antes de se tornar Bola de Ouro em 1995 com as cores do AC Milan. Aqui, também o voto dos antigos jogadores e dos jornalistas foi preponderante. Não ganhando mas estando sempre nas escolhas, Thierry Henry ultrapassou Dado Prso (escolha dos adeptos) para um lugar de « super suplente». O mesmo aconteceu com Claude Puel, batido por Emmanuel Petit por uma curta margem, ou com Rafael Marquez, que ficou muito próximo do par Thuram/Battiston na votação relativa ao centro da defesa. Tal como na Ligue 1 ou na UEFA Champions League, estão sete jogadores no banco do Dream Team, que poderiam estar também no onze inicial sem qualquer problema.

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